33° Domingo do Tempo Comum. Este é o penúltimo Domingo do Tempo Comum. Estamos nos despedindo do evangelista São Marcos, que nos acompanhou ao longo deste Ano Litúrgico B. No domingo próximo (24), será o último deste ciclo, com a Solenidade de Cristo Rei e o texto é do evangelho joanino, como é praxe em todas as Solenidades deste Ano Litúrgico.
Um domingo especial como é a tônica deste Dia do Senhor! Mais especial ainda, porque estamos celebrando o 8° Dia Mundial dos Pobres. Este dia foi instituído pelo Papa Francisco, em 2017, com o objetivo de promover uma reflexão sobre a cultura do desperdício e suscitar ações concretas de solidariedade aos mais pobres, como sinal de irmandade na fraternidade.
Uma Igreja em Saída é aquela que é chamada a “sair” dos seus muros para encontrar a pobreza nas várias formas em que ela se manifesta no mundo de hoje. Um mundo em que os empobrecidos são cada vez mais abandonados e excluídos, inclusive pela estrutura eclesiástica clerical, mais voltada para uma vivência da fé, presa à doutrinação nos templos, bem longe da proposta do Evangelho. O que somos, fazemos e acreditamos, seja em nome Daquele que nos dá a plena vida, já que somos parte da mesma família.
Rezei nesta manhã num dos bancos, bem ao fundo, da Igreja de São Judas, próxima à sede do sindicato, onde está acontecendo a nossa reunião. Enquanto aguardava a Celebração Eucarística, trouxe presente à minha oração, os muitos amigos, como o Carlindo, que se recupera de seu processo cirúrgico. Pena que o padre celebrante não referiu uma linha sequer em sua homilia, acerca do dia de hoje.
Liturgicamente, estamos convivendo nestes dias com o “Discurso Escatológico de Jesus”. Os textos dos evangelhos que estamos refletindo, trazem a temática do fim dos tempos, não para nos amedrontar, mas para encorajar-nos e manter-nos preparados e vigilantes, para que este dia não nos surpreenda. “Quanto ao dia e à hora ninguém sabe, nem os anjos no céu, nem o Filho, senão somente o Pai. Fiquem atentos! Vigiem!” (Mc13,32-33)
Viver a fé não há como combinar com a experiência do medo. Além da temática Escatológica, a liturgia de hoje nos coloca diante da linguagem que faz parte do gênero literário apocalíptico. Este gênero literário é derivado da palavra apocalipse (apocalípsis, em grego), cuja significância é “revelação”, “manifestação da verdade” ou “tornar conhecido aquilo que estava escondido”.
Jesus alerta aos seus discípulos e discípulas, quanto ao fim previsto, inclusive com a destruição do Templo de Jerusalém, ocorrido no ano 70, diferentemente do Reino de Deus que é algo humano concreto, trazido pelo projeto d’Ele, e sua presença viva no meio de nós. A esperança de vida nova substituí o medo, suscitando a resistência, fidelidade e coragem de lutar por um mundo mais humano, em que as forças da morte não mais se sobreporão à vida. Deus é conosco! A esperança vence o medo, sempre!
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